fbpx

Follow us on social

crise Líbano

Bancos deixam de abrir no Líbano em meio a crise econômica histórica

Compartilhe com seus amigos

Libaneses estão nas ruas protestando há mais de uma semana.

 

Separador de texto - Bitcoin.

 

O Líbano está vivendo sua pior crise econômica desde a guerra civil de 1975-90. Nesta terça-feira (12), bancos e escolas amanheceram fechados por dois motivos: medo e protestos. 

As Nações Unidas se pronunciaram estimulando o país a formar um governo competente e capaz de buscar ajuda internacional, visto que a situação econômica está se agravando a cada dia. 

Separador de texto - crise Líbano

Jan Kubis, principal autoridade da ONU no Líbano, pediu que seja formado com urgência um gabinete composto por pessoas conhecidas por sua integridade e competência.

“A situação financeira e econômica é crítica, e o governo e outras autoridades não podem esperar mais para começar a enfrentá-la”, afirmou Kubis.

Separador de texto - crise Líbano

O presidente do Líbano, Michel Aoun, disse que em breve será nomeado um novo primeiro ministro para tentar amenizar a situação. 

Os constantes protestos no país são movidos pela raiva contra a elite dominante, incluindo diversos ex-líderes das milícias da guerra civil que são amplamente vistos como culpados pela desenfreada corrupção estatal. 

Separador de texto - crise Líbano

Bancos

As agências bancárias que já suspenderam as atividades na metade de outubro não estão funcionando. 

Os funcionários dos bancos entraram em greve por medo da situação, pois clientes estão exigindo acesso ao dinheiro.

A Reuters relatou a situação de desespero: “os clientes entraram com armas nos bancos e seguranças tiveram medo de falar com eles, pois quando as pessoas estão em um estado como esse, você não sabe como vão agir”.

Separador de texto - crise Líbano

Grande parte da crise do Líbano ocorre devido a uma desaceleração do fluxo de capitais que levou à escassez do dólar, enfraquecendo a moeda local.

Tudo isso resultou em uma corrida por parte dos correntistas libaneses para retirar suas reservas dos bancos.

O sindicato que representa os bancários pediu que o fechamento continue até quarta-feira (13).

Separador de texto - Bitcoin.

Restrições

O governo do Líbano impôs diversas medidas à população, como o limite de retirada de dinheiro dos bancos e quantidade de transferências, o aumento das taxas para saques em agências, o bloqueio na maioria das transferências para fora do país e restrição na retenção de dinheiro em dólares para quem viajar para o exterior.

Separador de texto - crise Líbano

O resultado dessas restrições foi imediato: funcionários dos bancos foram ameaçados e correntistas ficaram extremamente irritados por não poder acessar seus depósitos.

O presidente da Federação dos Sindicatos dos Funcionários Bancários, George al-Hajj, disse que haverá uma reunião junto à Associação de Bancos do Líbano para decidir como o problema será resolvido para que funcionários dos bancos não sejam assediados.

 

 

Cadastre seu e-mail para receber notícias e novidades em primeira mão.

Gostou desse artigo? Seja o primeiro a ver outros conteúdos como esse.


Compartilhe com seus amigos
About The Author

Somos a vanguarda da informação sobre Bitcoin e altcoins no Brasil.Desde 2013, fazemos iniciantes entenderem o que é criptomoeda e como funciona a blockchain e ajudamos especialistas a tomar decisões de investimento por meio de conteúdo original e notícias relevantes sobre as diferentes moedas digitais. Para isso, tornamos o conhecimento acessível em artigos, tutoriais, vídeos, podcasts e newsletters. Neles, informamos diariamente o valor do Bitcoin, Ethereum, Bitcoin Cash, Litecoin ou outros ativos, acompanhamos a movimentação do mercado de Bitcoin e seus efeitos sobre outras criptomoedas, avaliamos exchanges, moedas e outros projetos, trazemos especialistas para explicar conceitos e acontecimentos, e ensinamos desde operações básicas, como comprar Bitcoin, até mais complexas, como montar uma máquina de mineração.Se você quer ser o primeiro a saber disso tudo, acompanhe nossas redes sociais.