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Grupo Bitcoin Banco

Grupo Bitcoin Banco anuncia que irá retomar a negociação de criptomoedas em uma de suas plataformas

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O Grupo Bitcoin Banco emitiu um comunicado na manhã desta quinta-feira (9), anunciando a retomada das negociações de criptomoedas em sua plataforma. 

De acordo com o anúncio, ocorrerá a divisão das plataformas NegocieCoins e TemBTC. Uma delas será utilizada para a realização de negociações de moedas virtuais, e a outra seguirá as “regras determinadas pela recuperação judicial”.

Para o usuário que quiser utilizar as novas plataformas será obrigatório a realização de um novo cadastro. 

Nossa equipe entrou em contato com a assessoria de imprensa do GBB para saber quando essas plataformas devem começar a funcionar, e se os valores bloqueados dos clientes do Bitcoin Banco poderão ser movimentados no entanto, não tivemos uma resposta.

 

Grupo Bitcoin Banco

 

Saques bloqueados

O Grupo Bitcoin Banco está desde maio de 2019 sem liberar as solicitações de saques de seus investidores. 

De acordo com Cláudio Oliveira, CEO do Grupo Bitcoin Banco, o problema com os saques foi motivado principalmente por uma fraude no sistema da empresa. Supostamente, diversos clientes teriam explorado uma vulnerabilidade técnica para duplicar seus saldos, resultando em um prejuízo estimado em aproximadamente R$50 milhões.

O empresário fez vários acordos com seus investidores, porém a maioria relata que esses não foram cumpridos. Além disso, outras promessas de pagamentos foram feitas pela empresa, mas nada se concretizou.

Separador de texto - Bitcoin.

Recuperação Judicial

O Grupo Bitcoin Banco entrou no dia 4 novembro de 2019 com um pedido de recuperação judicial de oito empresas do Grupo. No final do mesmo mês a solicitação do Bitcoin Banco foi deferida pela juíza Mariana Gusso do Tribunal de Justiça de Curitiba. 

Já em dezembro de 2019, a assessoria de imprensa do Grupo informou que o GBB estava iniciando um processo de downsizing, visando a reestruturação organizacional de suas empresas.

“Este tipo de medida está alinhada ao planejamento estratégico do negócio, e se torna necessária em empresas inclusas em processos de recuperação judicial, pois contribui com a redução de custos e efetividade do plano de recuperação em produção desde o deferimento do processamento  em 27 de novembro. 

A recuperação judicial tem por objetivo viabilizar a superação da situação de crise econômico-financeira do GBB, a fim de permitir a manutenção da fonte produtora e dos interesses dos credores, promovendo, assim, a preservação das empresas, sua função social e o estímulo à atividade econômica.”

 

 

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