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Grupo Bitcoin Banco

Com aluguel atrasado, Grupo Bitcoin Banco corre risco de despejo

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Cláudio Oliveira, dono da empresa, está inadimplente desde julho deste ano.

 

Separador de texto - Bitcoin Banco

 

O Grupo Bitcoin Banco, do empresário Cláudio Oliveira, é objeto de uma ação de despejo devido à falta de pagamentos de aluguéis e encargos das quatro salas que ocupa no Edifício Tiemann Headquarters, em Curitiba. 

A solicitação, registrada como “Ação de Despejo por Falta de Pagamento, Cumulada com Cobrança de Alugueres e Encargos e Pedido de Tutela de Urgência Cautelar Incidental em face de Bitcurrency Moedas Digitais S.A., Claudio José de Oliveira e Lucinara da Silva Oliveira”,  foi feita no dia 20 de setembro, na Justiça da cidade.

Segundo as informações do processo, o valor do aluguel por andar gira em torno de R$22 mil estima-se, portanto, que mensalmente o dono do GBB gaste quase R$90 mil. 

Cláudio José de Oliveira e sua esposa, Lucinara da Silva Oliveira, são fiadores da locação que está registrada no nome da empresa Bitcurrency Moedas Digitais.

 

Separador de texto - Bitcoin.

 

 

De acordo com a ação, os administradores dos imóveis alegam que o total devido a ser pago por Oliveria é de R$490,6 mil, levando em consideração multas e custas do processo. Contudo, na causa, o valor registrado para pagamento ficou em R$266,6 mil.

O autor da ação solicitou que essa situação seja resolvida em até 15 dias, sob pena de despejo imediato do Grupo Bitcoin Banco

“[…] a despeito de suas obrigações legais e contratuais, os Requeridos vêm deixando, reiterada e injustificadamente, de efetuar o pagamento dos alugueres e encargos a que estão obrigados por força da lei e dos inclusos contratos, desde julho/2019 (vencimento 01/08/2019), sem qualquer justificativa de relevância jurídica (…) Com efeito, perfazem hoje os alugueres e demais verbas em questão, atualizados até a presente data; acrescidos de juros a ordem de 1% a.m, correção monetária, débitos condominiais e honorários advocatícios em conformidade aos contratos, bem como reembolso de custas processuais iniciais, o total de R$ 490.664,64”.

 

Em resposta à nossa equipe, a assessoria de imprensa do GBB informou que a situação já foi resolvida.

 

 

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