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Índia

Volume de negociações com criptomoedas aumentam na Índia em meio à crise bancária e à pandemia de coronavírus

A Índia, o segundo país mais populoso do mundo, está adotando cada vez mais o uso de criptomoedas. O principal motivo pode ser o colapso do banco indiano Yes Bank em março deste ano, o qual prejudicou a confiança da população no sistema bancário do país. 

O aumento considerável nos volumes de negociações nas corretoras de criptomoedas foi observado logo no início de março, quando a Suprema Corte da Índia anulou uma ordem do Reserve Bank of India (RBI), banco central do país, que proibia os bancos de prestarem serviços a empresas de criptoativos.

Separador de texto - Bitcoin.

A Cashaa India, plataforma de serviços bancários de criptomoedas, observou um aumento de 800% no volume e negociações nas 48 horas seguintes à decisão da Suprema Corte.

“A plataforma também registrou um volume de mais de 600 BTC nas primeiras 24 horas”, constatou Kumar Gaurav, CEO da Cashaa.

Desde o fim da proibição do Banco Central da Índia, a busca por criptomoedas se mantém forte.

Separador de texto - Bitcoin.

Banco entra em colapso

O volume de negociações de criptomoedas nas corretoras aumentou ainda mais depois que o Yes Bank, quarto maior banco da Índia, entrou em colapso no dia 6 de março. A situação prejudicou a confiança da população no sistema bancário, bem como fez com que o Reserve Bank Of India assumisse o controle da instituição financeira.

No entanto, o RBI impôs limites de saques aos correntistas a fim de evitar uma corrida pela retirada de valores do banco. 

O pânico nacional causado pela crise do Yes Bank gerou um impacto positivo para a principal criptomoeda por valor de mercado, o Bitcoin, aumentando significativamente as vendas da Cashaa. 

Separador de texto - Bitcoin.

Coronavírus

A pandemia de coronavírus também contribuiu para o aumento do volume de negociações de criptomoedas. 

Após o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, paralisar em 24 de março a atividades nacionais por três semanas buscando conter o surto do vírus, Ashish Singhal, CEO da corretora de criptomoedas CoinSwitch, constatou:

“Março foi um dos melhores meses [para a empresa], dobrando o volume em relação ao mês passado”.

 

 

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