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Cambridge

Empresas brasileiras de criptomoedas participam de pesquisa da Universidade de Cambridge

Nesta quinta-feira (2), a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABCripto) anunciou que é parceira de um projeto da Universidade de Cambridge. O objetivo do estudo é levantar informações sobre o uso de ativos digitais que serão utilizados como base para diversas instituições interessadas em serviços de criptomoedas, incluindo quem já trabalha no mercado ou o acompanha.

Separador de texto - Bitcoin.

De acordo com a Universidade de Cambridge, a pesquisa, intitulada “3ª Pesquisa de Provedores de Serviços de Criptomoedas”, coletará dados que possam servir como referência, sem expor segredos de negócios ou práticas de segurança que podem resultar em vantagens para um concorrente de mercado.

O levantamento é organizado pelo Cambridge Centre for Alternative Finance (CCAF), um centro de pesquisas acadêmicas da Escola de Direito e Negócios da Universidade de Cambridge.

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O questionário da pesquisa pode ser preenchido até o dia 10 de maio de 2020. No entanto, só poderão participar empresas que prestam serviços de intermediação e custódia de criptoativos.

Os resultados da pesquisa serão publicados pelo CCAF no terceiro trimestre de 2020 como parte do 3º Estudo de Referência Global de Criptomoedas.

“O relatório final será disseminado livremente entre governos, agências reguladoras, associações e grandes canais de mídia para aumentar o conhecimento do público e de políticos sobre as alternativas financeiras”, destacou o comunicado do CCAF. 

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As outras edições desta pesquisa serviram como referência para reguladores, legisladores e acadêmicos. Entre eles estão o Banco Central Europeu, o Conselho de Estabilidade Financeira e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. 

Safiri Felix, diretor-executivo da ABCripto, disse que o levantamento vai ajudar a “jogar mais luz” sobre o mercado de criptomoedas.  

“[A pesquisa] vai contribuir para sanar uma lacuna que é a falta de informações sobre o ecossistema cripto, dando embasamento e segurança à atuação do poder público, das empresas e dos investidores. Sugerimos às empresas que ajudem a construir a base sólida de informações que essa pesquisa vai proporcionar’, afirmou Felix.

 

 

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