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CoinShares - Bitcoin

CoinShares revela que geração Y prefere possuir Bitcoin do que imóveis, ouro ou outros ativos tradicionais

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A CoinShares, empresa de gerenciamento de ativos digitais, divulgou recentemente uma pesquisa que mostra as mudanças econômicas, sociais, tecnológicas e políticas que o mundo está vivendo e seus respectivos impactos no crescimento do mercado de criptomoedas, além de analisar futuras tendências do setor de criptoativos. 

A seguir estão os principais pontos do documento.

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Economia

A desigualdade social é um fator de destaque na pesquisa. Ainda que, segundo os dados, menos de 10% da população mundial viva em extrema pobreza atualmente, a riqueza continua concentrada nas mãos de poucos. A CoinShares cita, por exemplo, que Jeff Bezos, Bill Gates e Warren Buffett, considerados os indivíduos mais ricos do mundo, têm riquezas maiores do que a metade dos americanos mais pobres juntos.

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Política e sociedade

As tensões em todo o mundo estão aumentando. Protestos acontecem diariamente em vários países, além de relatos de medo e de insegurança em relação à economia e à política atual dos estados. 

“Com mais de 90% das pessoas percebendo que seu governo é corrupto, estamos vendo a ascensão da dissidência global, à medida em que as pessoas desafiam os governos e a natureza do poder”, diz o relatório.

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Como consequência deste cenário, um gráfico apresentado pela CoinShares mostra que a confiança da população americana nos bancos e instituições financeiras dos EUA caiu acentuadamente nos últimos 40 anos. Cada vez mais, lembra o relatório, escândalos financeiros dominam as manchetes por abusos sistêmicos de confiança e poder. No entanto, a pesquisa aponta que os bancos nunca ganharam tanto dinheiro antes: nos últimos 10 anos, o setor lucrou mais de US$8.5 trilhões.

Enquanto isso, o Bitcoin tem apresentado uma adesão crescente, em grande parte motivada justamente por eliminar a interferência de terceiros, como as instituições e estados que, como aponta o relatório, estão em descrédito.

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Tecnologia

Não só instituições financeiras estão perdendo a confiança: segundo o estudo, a confiança nas companhias de tecnologia está em declínio em razão de uma tendência em direção ao chamado capitalismo de vigilância — termo usado para descrever um novo tipo de capitalismo que monetiza dados obtidos pela observação do comportamento dos consumidores.

A pesquisa ressalta, no entanto, que essas empresas já estão investindo para oferecer serviços financeiros, a exemplo do Facebook, Uber e Apple — além do Google que, apesar de não ser citado neste ponto, recentemente anunciou um projeto de conta corrente.

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Geração Y

A busca por meios alternativos de investimentos é notável entre a geração Y, também conhecida como geração do milênio (Millennials), que engloba pessoas nascidas entre o início da década de 1980 e o final da década de 1990, podendo incluir os primeiros anos da década de 2000. Esta é considerada a geração que mais investe em tecnologia compara a outros setores.

“A geração do milênio prefere possuir Bitcoin do que imóveis, ouro ou outros ativos tradicionais”, aponta a pesquisa.

 

Geração Y - CoinShares

 

Crescimento do Bitcoin
O interesse no Bitcoin escala a largos passos, especialmente depois de sua máxima histórica em 2017. Um dos gráficos elaborados pela CoinShares mostra que entre 2016 e 2018, pelo menos 139 milhões de contas foram criadas em provedores de serviços relacionados aos criptoativos, representando um mínimo estimado de 35 milhões de usuários com a identidade verificada.

A taxa de hash — que mede os recursos computacionais dedicados à rede do Bitcoin — também cresceu expressivamente em relação a 2016 e deve acelerar ainda mais, à medida em que o terceiro halving se aproxima.

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Além disso, o relatório aponta que o volume diário de transações de Bitcoin aumentou mais de 150% desde sua criação, chegando a US$2 bilhões em 24 horas. 

Outro ponto que merece destaque na pesquisa é a busca por Bitcoin em tempos de crise: nos últimos dois anos, o volume de negociação do BTC com as moedas nacionais do Japão, Chile, Argentina e Bolívia apresentou picos significativos. A CoinShares alerta, no entanto, que o crescimento pode estar relacionado menos à reserva de valor e mais à especulação.

 

CoinShares

 

Stablecoins 

Neste ano, várias stablecoins foram anunciadas e até mesmo lançadas, a exemplo do projeto Libra, do Facebook, que enfrenta barreiras regulatórias em diversos países cujas autoridades temem o impacto que ela pode causar no sistema financeiro. 

O relatório informa que o mercado de stablecoins como um todo dobrou seu valor em 2019.

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Futuro do Bitcoin

A pesquisa da CoinShares conclui que o Bitcoin está pronto para o futuro, considerando o ativo um fundo de riscos ideal. A empresa aponta um cenário otimista:

“A internet ajudou empresas locais a se tornarem players globais, abrindo um mercado verdadeiramente global para ideias, bens e serviços. No entanto, dinheiro, finanças e comércio permaneceram localizados devido à complexidade das regulamentações e ao monopólio dos sistemas financeiros. Pela primeira vez, o Bitcoin e as moedas digitais desafiam esse paradigma e criam um mercado global aberto para dinheiro e finanças. O potencial dessa mudança não pode ser subestimado.”

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O que você espera do futuro do Bitcoin?

 

 

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