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CPI das criptomoedas é protocolada por Aureo Ribeiro.

Além da Atlas, CPI das criptomoedas poderá investigar outras empresas

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Atlas Quantum e Rodrigo Marques já estão citados na proposta de CPI das criptomoedas.

 

Nesta semana, o Deputado Federal Aureo Ribeiro protocolou na Câmara dos Deputados um documento que pede a abertura de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar supostas fraudes feitas por empresas de criptomoedas no Brasil.

 

Conversamos com Ribeiro, que informou que o próximo passo é aguardar que o presidente da Câmara dos Deputados instale a CPI. Caso isso ocorra, essa Comissão será composta por membros do parlamento que vão dar início ao processo de audiências públicas e de investigação das empresas que utilizam criptoativos para operar golpes e pirâmides financeiras.

 

O projeto da CPI das criptomoedas teve apoio de 234 parlamentares, contabilizando 63 assinaturas acima do necessário para dar início ao processo.

O requerimento cita o nome de algumas empresas e pessoas que devem ser investigadas caso a solicitação seja aceita. Entre eles está a plataforma de arbitragem Atlas Quantum e seu CEO, Rodrigo Marques, além de outras instituições, como Zero10 e Trader Group.

 

 

Algumas plataformas que estão com atrasos nos saques de seus clientes não constam no projeto, mas o autor da CPI afirmou que outras empresas denunciadas poderão ser incluídas. Aqueles que tiverem alguma denúncia poderão fazê-las no site do deputado.

 

 

 

“Estamos recebendo do país inteiro pessoas que estão sendo lesadas através de pirâmides financeiras com criptomoeda”, relatou Aureo.

 

As notícias diárias sobre esses casos estão impactando e prejudicando o mercado de criptoativos, visto que geram insegurança em quem pretende investir nele. O deputado federal afirma que sua iniciativa pode contribuir para que os golpes diminuam.

 

“Propomos uma CPI para separar as investigações da criptoeconomia. Nós vamos avançar no projeto de lei, vamos regulamentar, […] criando um ambiente seguro jurídico para o Brasil avançar.”

 

A regulamentação das criptomoedas tem sido discutida no mundo inteiro. Muitos investidores são contra a intervenção do Estado neste mercado. No entanto, Aureo Ribeiro acredita que as leis podem incentivar o desenvolvimento dessa economia no país. 

 

De acordo com ele, a intenção não é aplicar taxas e tributações para quem investe nesses ativos, mas sim criar instrumentos jurídicos para que as pessoas possam operar com segurança e o mercado cresça, promovendo uma limpeza nele: “Quem é do bem vai ficar com a regulamentação. Quem é do mau tem que sair do mercado para não atrapalhar a criptoeconomia no Brasil.”

 

 

O que você espera da regulamentação de criptomoedas no país?

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